Será possível aprendermos a amar? Ou teremos, simplesmente, que esperar que isso aconteça?

Este livro diz-nos o seguinte:

Nascemos com a capacidade de nos amarmos e de amarmos os outros.
Devido a experiências dolorosas vividas, muitos de nós temos erigido barreiras dentro de nós próprios, temos desenvolvido medos, crenças e padrões de comportamento que mantêm firmes essas barreiras.

A primeira lição básica na vida é aprendermos a amar.
Não conseguimos amar os outros plena e livremente enquanto não nos amarmos a nós mesmos.

A razão principal pela qual muita gente não se ama fica a dever-se às dúvidas que possui acerca do seu próprio valor

Aprender a amar requer uma intenção de mudar e uma vontade de agir
Aprender a amar é aprender a lidar com as nossas dúvidas e medos, descobrindo como alterar as nossas crenças e atitudes e como derrubar as nossas barreiras ao amor.

“A Psicossíntese ajuda a compreender e a gerir os proble­mas, a melhorar os relacionamentos, a compreender o potencial criativo, a contribuir interiormente para um vasto contexto social e planetário e a explorar o significado e pro­pósito da vida. Isso conduz ao reconhecimento do essencial da natureza transpessoal ou espiritual dos seres humanos e sugere que esse auto-controlo começa com o auto-conhecimento e auto-com­preensão.

Este livro convida o Leitor a fazer uma escolha livre e infor­mada – a qual proporcionará alimento – ajudando posterior­mente a pô-la em prática de forma clara e confiante.”

Detalhes

Título: Escolhendo Amar – um guia prático para trazer + Amor à sua vida
Autores: Eileen Caddy/David Earl Platts
Editor: João M. Félix Galizes
Chancela editorial: Exotéria
Ano:
1ª Edição – 2008
Género:
Psicossíntese (Auto-ajuda)
N. páginas: 180
Formato: 14,8 x 21,0 cm
ISBN: 978-972-8452-02-5
Valor de capa: 10€

Autores

Eileen Caddy, galardoada com a distinção MBE (Membro da Or­dem do Império Britânico), foi co-fundadora da Fundação Findhorn. Nas suas obras inclu­em-se os livros Abrindo as Por­tas que há Em Nós, Ondas de Espírito, Divinely Ordinary Divinely Human, God Spoke to Me, The Dawn of Change, Foot­prints on the Path e a sua auto­-biografia Flight into Freedom and Beyond.

«Há alguns anos, estava eu a ter um diálogo comigo mesma e senti que precisava passá-lo para o papel, então, escrevi o seguinte:

»“Poderás dizer-me e eu di­zer-te ‘Amo-te’ sem nos sentir­mos desconfortáveis, ame­açados ou questionados? Pode­remos amar-nos independentemente da idade, sexo ou origens, com amor puro e compreensivo? Com amor incondicional? O mun­do necessita deste tipo de amor. A humanidade inteira pre­cisa deste género de amor. Con­seguiremos amar desta forma? Sinto que sim, mas é algo sobre o qual não basta que se fale, simples­mente. Necessita de ser posto em acção.”
»Uma outra vez tive uma viva sensação de que a maior dádiva que eu poderia oferecer às pessoas seria ajudá-las a encon­trar o seu Deus interior. É isso que eu tento fazer constan­te­mente, levar as pessoas a explo­rarem profundamente den­tro de si mesmas até encontra­rem o seu Eu-Divino.»

David Earl Platts, tem um doutoramento em Filosóficas (Ph. D.), é escritor conferencista e facilitador na formação e lide­rança de grupos a nível interna­cional, há mais de 35 anos. Para além dos livros que escreveu em parceria com Eileen Caddy, tam­bém é o autor de The Find­horn Book of… Building Trust in Groups.

«Depois de ter trabalhado nas áreas universitária e de rá­dio-di­fusão nos Estados Unidos, en­contrei o meu caminho para a Fundação Findhorn, na Escócia, onde permaneci durante oito anos e onde promovi seminários e escrevi livros em parceria com a Eileen. O tempo passado aí foi um capítulo muito importante da minha vida ao ir-me abrindo a todo um novo mundo, Findhorn tornou-se o meu lar espiritual.

»Entretanto mudei-me para sul, para Londres, para efectuar um curso profissional de acon­se­lhamento e terapia na Psycho­synthesis and Education Trust, durante três anos. Vivenciei muitas experiências bastante co­movedoras enquanto ia apren­dendo cada vez mais sobre reco­nhecimento, aceitação e inte­gra­ção das diversas partes do nosso Eu.

»Sinto profundo amor e gra­tidão pela Fundação Findhorn e pela Psychosynthesis, por me terem levado até mais perto do meu Eu. Para mim ambas têm enorme valor. Nos meus livros, palestras e seminá­rios refiro-me sempre a elas com enorme res­peito e entusiasmo.»

Acerca do título

Esta é a versão portuguesa da obra com o título inglês Choosing to Love, a versão brasileira intitula-se O Amor como Escolha. No título da edição portuguesa optou-se pela forma do gerúndio Escolhendo Amar em vez do infinitivo Escolher Amar ou Escolher o Amor porque Escolher poderá ter uma conotação mais imperativa do que o gerúndio (Escolhendo) que nos remete para uma acção contínua de se ir fazendo a escolha, ou seja de se ir tomando opções ao longo da vida, mas sempre de forma facultativa e nunca obrigatória, afinal, o ser humano detém o poder do livre-arbítrio…

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Valor de capa: 10€

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